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Monopólio

Bem, não pretendo ser muito longo neste post pois minha intenção é apenas despertar a tenção de vocês para este grave e ocioso problema que o mundo sofre despercebido há muitos e muitos anos. Estou falando da monopolização, da forma que os que detêm o poder utilizam para nos transformar em fantoches, em escravos do sistema. Exemplos de monopólio são: a igreja, os EUA, a Microsoft e a Rede Globo como sendo aqueles que mais nos afetam. Sei que muitos podem discordar disso, principalmente com relação à igreja, mas é a minha opinião. A igreja quis sempre impor sua ideologia, criando ícones que sequer sabemos se existiram de fato. Fora nos tempos primórdios em que aquele que duvidava dos ensinamentos da igreja era preso e até mesmo morto, que pratica monopolista maior do essa? O temor de ser superado por outra religião como predominante sempre foi característica da igreja.
Bem, quanto aos EUA eu nem preciso falar nada. Um país que se denomina a potência mundial e  que é o único permitido a ativar bombas nucleares e a tê-las. Isso que eu acho estranho, eles nem certeza tinham da existência de armas de destruição em massa quando rumaram em direção ao Iraque, mas e eles? Só eles que podem possuir, é isso? Que hipocrisia, que coisa ridícula. Se eles têm esse “direito”, por que mais ninguém pode tê-lo?

Oras, porque eles são o monopólio do mundo. Bem, quanto à Microsoft é perceptível até para o mais cego que a esta empresa quer o domínio do mundo de fato. Até o Bill Gates já foi tachado de "Anti-Cristo" pelo cristãos. Mas enfim, a grande maioria dos computadores do mundo estão infectado com o windows, e isso vai ser difícil de mudar.

E quanto à Globo? Dessa eu tenho até vergonha de falar, uma emissora apelativa, de recursos pífios que só tenta fazer a cabeça daquela pessoa que não tem conhecimento das intenções globais. Mas bem, a Globo é igual ao Maluf, se vangloria de coisas ilusórias. Tudo em busca do ibope, é claro.

Eu acho que se esta emissora tivesse boas intenções desde o seu começo nós já poderíamos ter um Brasil muito melhor. Se a Globo tivesse uma programação ao estilo “TV Cultura” nós já teríamos cidadãos muito mais atualizados, mais informatizados e mais preocupados com os problemas do Brasil.

Mas enfim, infelizmente o monopólio só existe pra promover a ignorância, a ganância e a estupidez. E mais infelizmente ainda, a maior parte de nós colabora com isso sem notar.

 

 



- Postado por: ««®af棻» às 22h53
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Diários de Motocicleta

Quem procurar o Che Guevara revolucionário, parceiro de Fidel Castro na Revolução Cubana de 1959, e o rosto sorridente que enfeita camisetas, pôsteres e canecas em todo o mundo, com certeza não vai encontrá-lo em Diários de Motocicleta. O filme de Walter Salles embarca, antes de mais nada, na viagem de motocicleta empreendida em 1952 pelo jovem estudante de medicina de 23 anos que ainda se chamava simplesmente Ernesto Guevara de la Serna (Gael Garcia Bernal), junto com o amigo de 29, o bioquímico Alberto Granado (Rodrigo de la Serna).

Colado nos diários de viagem escritos pelos dois rapazes - Notas de Viaje, de Guevara, e Con el Che por Sudamérica, de Granado -, o roteiro do estreante José Rivera demarca o espaço para uma narrativa humanista, nada épica, calcada em pequenos acontecimentos cotidianos, vividos por duas pessoas comuns. Fiéis a esse espírito, os dois jovens só se tratam pelos apelidos, Fuser, para Ernesto, que por sua vez só chama o amigo de Mial. Um detalhe que poderá armar os espíritos de militantes habituados a sacralizar a figura do Che, caso não consigam compreender que a história aqui acompanha um período em que ele não existia ainda.

Com sutileza máxima, o diretor vai revelando aos espectadores as paisagens humanas e geográficas da América Latina, que se descortinam aos olhos dos dois argentinos urbanos, de classe média. Na garupa de sua Norton 1939, apelidada de La Poderosa, eles se colocam a princípio como aventureiros que mergulham nesse mundo estranho quase como turistas, como alguém que só colocasse a ponta do pé na água de um novo mar novo. A previsível quebra da moto, já no Chile, coloca-os num corpo-a-corpo mais significativo, provocador de mudanças a cada dia mais irreversíveis na sensibilidade de cada um.

Não é um roteiro turístico o que se descortina a seguir. Ernesto e Alberto tornam-se caminhantes, carregando nas costas as suas pesadas mochilas, pedindo carona, compartilhando a escassez da vida do povo de seus locais de passagem.

Um dos encontros mais emblemáticos desta nova e decisiva fase da viagem é com o casal de mineiros à procura de trabalho, em Chuquicamata. Na conversa ao pé do fogo, na solidão lunar do frio deserto chileno, é que Ernesto e Alberto dividem mais incisivamente suas vivências - e descobrem de perto as injustiças deste mundo em que agora são também coadjuvantes. Já no Peru, diante da magnífica paisagem de Macchu Pichu - talvez o único cartão postal lato sensu deste percurso - Ernesto sente a nostalgia do mundo que não conheceu, em que os incas, antecessores dos habitantes de hoje, eram os reis e descortinavam o infinito.

A seqüência final, no leprosário peruano, é uma espécie de cerimônia informal de graduação nesta viagem iniciática, tanto mais honesta e profunda por não ter-se pretendido desde o começo como tal pelos protagonistas. É ali, diante do hospital acanhado que traça uma divisão arbitrária com o rio Amazonas entre as casas dos doentes e do corpo médico, que o jovem Ernesto terá sua revelação sobre a margem em que deseja habitar - uma metáfora poderosa e nada óbvia das águas em que ele mergulharia em sua vida futura.

O que o filme tem de melhor é a reprodução deste frescor com que os dois personagens se entregam àquilo que vêem, valendo-se, ademais, das cenas que aconteceram espontaneamente diante da câmera. Semidocumentais, seqüências como a cerimônia da coca, compartilhada entre indígenas peruanos e os atores, injetam no filme o sangue vivo da América Latina hoje - que, infelizmente, não mudou tanto assim desde 1952, especialmente na desigualdade e na pobreza que calaram tão fundo no coração do jovem que escolheria tornar-se o Che.

Meu próximo post vai ser pra falar sobre tudo o que Che fez pela revolução e pela busca de ideais. E vamos parar com esse esteriótipo que o Che Guevara se tornou, ele não é ícone pop, não é moda. Che Guevara é ícone da revolução, um exemplo a ser seguido sobre como devemos ser idealizadores, sonhadores e batalhadores e não uma simples imagem que serve como estampa na camiseta da Gisele (aquela modelo idiota e fútil brasileira).

                     



- Postado por: ««®af棻» às 19h59
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Cuba A revolução

Hoje acordei e quando fui ao quarto me deparei com meu livro sobre Revolução Cubana e naquele momento comecei a lê-lo e a me sentir novamente prazeroso com aquela história, com aquela busca de ideais, o espírito revolucionário. Pra mim, essa revolução é e sempre será um exemplo e que por mais que os norte-americanos e o mundo capitalista tentem me convencer de que Raúl Fidel Castro seja um homem desumano, ditador e extra-autoritário, eu nunca me deixarei levar por isso pois Fidel e Che Guevara na minha opinião foram os grandes homens do século XX.

A revolução cubana é o manifesto contra a expansão imperialista dos “Estados Unidos da América”, e sempre quando falo os nome desse país eu fico indignado. Que raio de nome é esse? Aquele país se auto-intitula a América. E isso é o grande erro deles, de pensarem que são superiores a algum outro país, pois não são e nunca serão.

E o que é o Brasil atualmente? Bem, assim como todos os outros países latino-americanos, somos vistos apenas como colônias dessa fantasiosa “América”. Como já disse anteriormente, somos reabastecedores das necessidades dos países europeus e dos EUAN (Estados Unidos da América do Norte, é esse o nome deles) e não pode ser assim, a nossa economia e nossos planos futuros são voltados majoritariamente para as relações externas e não para o investimento interno e na tentativa de recuperar o nosso país.

Hoje somos dominados por empresas estrangeiras que desestimulam o pequeno empresário que passa anos estudando e se vê trocado pelo mercado americano e europeu. E a cultura brasileira que se vê desmoralizada pois hoje damos mais valor à cultura estrangeira. Não digo isso em relação à música, pois a música é algo universal, mas sim aos nossos hábitos alimentícios e à nossa ilusão em achar desde criança que o futuro está lá fora e não aqui dentro. Por isso o Brasil está desse jeito.

Hoje o Mc’Donalds domina o setor alimentício do país e as principais lojas de vestuário são de marcas importadas. Isso é a ferida aberta, estamos sendo dominados “aos poucos”, somos os filhos da Revolução Microsoft. E nos deixamos dominar pois nossos governantes são uns frouxos e incompetentes.

Por isso apoio Fidel, o homem que deu esperanças ao sonho de uma nação, que fez todos os cidadãos de seu país aprenderem a ler e a escrever e que incentiva o esporte como a causa da maioria dos valores adquiridos pelos cubanos.

E onde está a revolução latina? A revolução brasileira? Será que tudo está bom como está? Eu não acredito nisso, exijo mudanças, lutarei por mudanças. Não apaguem seus espíritos revolucionários, por favor, ou então o Brasil dará adeus a ser uma nação de fato e não apenas mais um estado dos Estados Unidos da América.

 Fidel, você é um dos homens mais importantes da história, NÃO VAMOS DEIXAR O ESPÍRITO REVOLUCIONÁRIO SE APAGAR!  E você Bush, você terá o que merece, terá a punição por ter dizimado milhares e milhares de pessoas e ainda se achar correto....

 



- Postado por: ««®af棻» às 16h18
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