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- Postado por: ««®af棻» às 09h23
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E não existe mesmo!!!! Belíssima conclusão...



- Postado por: ««®af棻» às 09h22
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Entenda a Alca

A Alca foi lançada pelos líderes de 34 países das Américas do Norte, Central e do Sul e do Caribe durante a 1ª Cúpula das Américas em Miami, EUA, em dezembro de 1994, como proposta de um novo acordo de livre-comércio de bens e serviços que englobasse os países dos três continentes americanos, exceto Cuba.

Impulsionado pelos Estados Unidos, o projeto da Alca pretende eliminar gradualmente todos os possíveis "obstáculos" interpostos por governos nacionais à competição internacional no setor de comércio e dos serviços, restringindo ou anulando a capacidade de regulação dos Estados nacionais em setores estratégicos. Neste sentido, ficam submetidas a regulamentações supranacionais legislações referentes a direitos sociais, trabalhistas e ambientais, por exemplo, e seriam abertos para a livre concorrência setores como saúde, educação, seguridade social, cultura e exploração de recursos naturais, hoje ainda relativamente protegidos por normas ambientais e sociais. O grande desequilíbrio das forças econômicas e políticas entre os “parceiros” deste acordo é, segundo os seus críticos, um grande facilitador da dominação econômica dos mais fortes - no caso os EUA - sobre os mais fracos. Para o sociólogo Emir Sader, “a proposta da Alca implica na consolidação e formalização da hegemonia norte-americana sobre o conjunto de nosso continente; é uma espécie de reatualização da Doutrina Monroe”.
 
Para o secretário geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, o processo de globalização e de aplicação de políticas neoliberais gera enorme concentração de renda, riqueza e poder entre os países e dentro dos países. Esse processo e essas políticas levam a tensões econômicas e políticas fortíssimas, devido à geração permanente de desemprego e de exclusão social e a crises periódicas do setor externo, devido às transferências maciças de recursos da periferia para o centro do sistema. Daí a necessidade para os países desenvolvidos, à sua frente os EUA, de construir, a toque de caixa, uma "rede" de compromissos internacionais que, de um lado, obrigue os Estados periféricos a manter suas economias abertas e a não aplicar políticas econômicas típicas e necessárias ao desenvolvimento e, de outro lado, a se desarmar militarmente. A Alca é parte desta estratégia de manutenção da hegemonia política e econômica.
 
Resumindo, de acordo com movimentos sociais e representantes de peso da intelectualidade brasileira e latino-americana, a Alca é parte do projeto de expansão e consolidação da hegemonia política e econômica dos EUA no mundo. Continua a ser negociada com dificuldades, tendo recebido uma versão “light” que, segundo a Rede Brasileira Pela Integração dos Povos, propõe a “aprovação de um piso mínimo, ou seja, uma base comum aos 34 países, onde deverão ser incluídas obrigações em todos os temas que sempre existiram nas negociações da Alca (acesso a mercados, agricultura, serviços, investimentos, compras governamentais, propriedade intelectual, política de concorrência, subsídios, antidumping e direitos compensatórios, e solução de controvérsias). Um segundo piso, onde os países podem assumir níveis distintos de compromissos adicionais no âmbito da Alca, por meio de acordos bilaterais (acordos entre dois países ou blocos de países), seria negociado posteriormente”.
 
 
O que fazer
Para os movimentos sociais que lutam contra a Alca na América Latina, se aprovado o acordo “vai concentrar mais renda e poder nas mãos das transnacionais americanas, vai tirar os direitos trabalhistas e as condições de trabalho, desintegrará a cultura própria de cada povo pela pressão homogenizadora da mídia global, afetará a agricultura familiar e a segurança alimentar dos povos, destruirá o meio ambiente e a biodiversidade da Amazônia será monopolizada pelas empresas americanas, subordinará as necessidades das pessoas ao jogo do mercado, privatizará ainda mais os serviços públicos, acelerará a desnacionalização da economia do país e a quebra das médias e pequenas empresas e implicará na perda da soberania nacional e autodeterminação dos Estados-nação” .
 
Radicalmente opostos à criação da Alca, a principal exigência dos movimentos sociais agora é que a implantação ou mesmo a integração do Brasil ao acordo deva ser decidida pela população por meio de um plebiscito oficial. Existe um movimento grande trabalhando esta questão no pais:


- Postado por: ««®af棻» às 09h15
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Codinome Beija Flor

PRA QUE MENTIR
FINGIR QUE PERDOOU
TENTAR FICAR AMIGOS
SEM RANCOR
A EMOÇÃO ACABOU
QUE COINCIDÊNCIA É O AMOR
A NOSSA MÚSICA NUNCA
MAIS TOCOU

PRA QUE USAR
DE TANTA EDUCAÇÃO
PRA DESTILAR
TERCEIRAS INTENÇÕES
DESPERDIÇANDO O MEU MEL
DEVAGARINHO FLOR EM FLOR
ENTRE OS MEUS INIMIGOS,
BEIJA-FLOR

EU PROTEGI TEU NOME
POR AMOR
EM UM CODINOME BEIJA-FLOR
NÃO RESPONDA NUNCA
MEU AMOR
PRA QUALQUER UM NA RUA
BEIJA-FLOR

QUE SÓ EU QUE PODIA
DENTRO DA TUA ORELHA FRIA
DIZER SEGREDOS
DE LIQÜIDIFICADOR

VOCÊ SONHAVA ACORDADA
UM JEITO DE NÃO SENTIR DOR
PRENDIA O CHORO
E AGUAVA O BOM DO AMOR
PRENDIA O CHORO
E AGUAVA O BOM DO AMOR


- Postado por: ««®af棻» às 21h27
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Cazuza - O Gênio!!!

O maior poeta do rock brasileiro desde Raul Seixas começou trabalhando em gravadoras, até que conheceu um grupo de rock iniciante em sua cidade natal, o Rio de Janeiro. A tal banda virou o Barão Vermelho, e foi como seu vocalista que Cazuza se tornou conhecido no emergente cenário rock brasileiro do início dos anos 80. 

Após gravar três álbuns com o Barão, dentre eles o clássico Maior Abandonado (84), o cantor sentiu ser hora de partir para uma trajetória-solo, que iniciou com Exagerado (85). 

Grande poeta e cantor energético, ele conseguiu misturar a tradição poética das letras da MPB com o pique do rock and roll, fato que para muitos seria impossível de ser concretizado. O álbum Ideologia (88) marcou o auge de sua trajetória artística, repleto de grandes canções como Brasil, Faz Parte do Meu Show, Boas Novas e a faixa título. Após uma brava luta contra o vírus HIV, Cazuza morreu em julho de 1990 com apenas 32 anos, deixando como legado uma obra consistente, que certamente servirá de modelo para gerações e gerações. 

Eu começei a amar a arte de cazuza com a influência de uma namorada minha, a Cristina...realmente a música "Codinome Beija-Flor" ficou marcada na minha vida. Obrigado Kiki!!!!



- Postado por: ««®af棻» às 21h22
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